Não é por acaso que esse Blog foi Criado Recentemente com entusiasmo e visto por varias pessoas em linguagem cativante e é sensivel a todos e amigos. Este Blog nos ensina a modificar nosso relacionamento com o mundo de uma forma tão poderosa que nos torna capazes de obter, na Vida tudo que almejamos.
sábado, 4 de setembro de 2010
A AMIZADE
Não é somente o fato de ter idéias em comum. “O que quer dizer ter coisas em comum com alguém”? Vou dizer banalidades, mas é se entender sem precisar explicar’. Não é a partir de idéias em comum, ‘mas de uma linguagem em comum, ou de uma pré-linguagem em comum’.
Há pessoas sobre as quais posso afirmar que não entendo nada do que dizem, mesmo coisas simples como: “Passe-me o sal”. Não consigo entender. E há pessoas que me falam de um assunto totalmente abstrato, sobre o qual posso não concordar, mas entendo tudo o que dizem. Quer dizer que tenho algo a dizer-lhes e elas a mim. E não é pela comunhão de idéias.
Há um mistério aí. Há uma base indeterminada... E verdade que há um grande mistério no fato de se ter algo a dizer a alguém, de se entender mesmo sem comunhão de idéias, sem que se precise estar sempre voltando ao assunto.
Tenho urna hipótese: cada um de nós está apto a entender um determinado tipo de charme. Ninguém consegue entender todos os tipos ao mesmo tempo. Há uma percepção do charme. Um gesto, um pensamento de alguém, mesmo antes que este seja significante, um pudor de alguém são fontes de charme que têm tanto a ver com que vão até as raízes vitais que é assim que se torna amizade de alguém. Vejamos o exemplo de frases!
Há coisas que só podem ser ditas se a pessoa que as diz for muito vulgar ou abjeta. Seria preciso pensar em exemplos e não temos tempo. Mas cada um de nós, ao ouvir frase deste nível, pensa: “O que acabei de ouvir? Que imundície é essa?” Não pense que pode soltar um destas e tentar voltar atrás, não dá mais.
O contrário também vale para o charme.
Há frases insignificantes que têm tanto charme e mostram tanta delicadeza que imediatamente, você acha que aquela pessoa é sua não no sentido dc propriedade, mas é sua e você espera ser dela. Neste momento nasce a amizade. Há de fato uma questão de percepção. Perceber algo que lhe convém que ensina, que abre e revela alguma coisa.
FÓRUM
Os diálogos abaixo parecem piadas, mas não são. Foram travados nas salas de audiências. São perguntas e respostas que as pessoas realmente disseram, e que foram transcritas pelos operadores de computadores, e que tiveram que permanecer calmos e ou mordendo a língua para não gargalharem e tumultuar a audiência.
Advogado: Qual é a data do seu aniversário?
Testemunha: 15 de julho.
Advogado: Que ano?
Testemunha: Todo ano.
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Advogado : Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
Testemunha: Sim.
Advogado : E de que modo ela afeta sua memória?
Testemunha: Eu esqueço das coisas.
Advogado : Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?
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Advogado : Que idade tem seu filho?
Testemunha: 38 ou 35, não me lembro.
Advogado : Há quanto tempo ele mora com você?
Testemunha: Há 45 anos.
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Advogado : Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou naquela manhã?
Depoente: Ele disse, “Onde estou, Bete?”
Advogado : E por que você se aborreceu?
Depoente: Meu nome é Célia.
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Advogado: Diga-me, doutor, não é verdade que, ao morrer no sono, a pessoa só saberá que morreu na manhã seguinte?
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Advogado: Seu filho mais novo, o de 20 anos...
Testemunha: Sim.
Advogado: Que idade ele tem?
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Advogado: Sobre esta foto sua...o senhor estava presente quando ela foi tirada?
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Advogado : Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
Testemunha: Sim, foi.
Advogado : E o que você estava fazendo nesse dia?
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Advogado : Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?
Testemunha: Por morte do cônjuge.
Advogado : E por morte de que cônjuge ele acabou?
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Advogado : Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
Médico/Testemunha: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas.
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Advogado : Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, Ok? Que escola você frequenta?
Testemunha: Oral.
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Advogado: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vitima?
Médico/Testemunha: Sim, a autópsia começou às 20h30min.
Advogado: E o Sr. Délcio já estava morto a essa hora?
Médico/Testemunha: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando por que eu estava fazendo aquela autópsia nele.
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Advogado: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?
Médico/Testemunha: Não.
Advogado: O senhor checou a pressão arterial?
Médico/Testemunha: Não.
Advogado: O senhor checou a respiração?
Médico/Testemunha: Não.
Advogado: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
Médico/Testemunha: Não.
Advogado: Como o senhor pode ter essa certeza?
Médico/Testemunha: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
Advogado: Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
Médico/Testemunha: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando Direito em alguma faculdade!
Bjks
MUDA BRASIL
Uma boa parte das atividades humanas, além de produzir um resultado imediato, mostra seus efeitos a médio e longo prazo. Muitos acontecimentos, tanto em caráter individual quanto em termos de Brasil, são conseqüência de atos ou omissões referentes ao passado. Fala-se muito em investimento para se expressar que ações do presente devem preparar melhores resultados para o futuro. O que dizer então da criminalidade disseminada em quase todas as cidades brasileiras, onde a vida humana vale tão pouco, e todos são vítimas indiscriminadamente; o que dizer de nossas crianças que não têm um lar, não recebem amor, vivem longe de escolas, muitas delas vivendo nas ruas como forma de sobrevivência; o que dizer do tráfico de entorpecentes nas favelas do Rio de Janeiro, onde quem manda são os bandidos ou policiais que passaram para o lado de lá, e a lei que impera é a lei do mais forte; e o que dizer de nossos políticos que entra ano sai ano roubam descaradamente e são sistematicamente reeleitos; o que dizer do presidente do Senado, como se não bastasse seu passado desabonador, com patrimônio completamente incompatível com seus ganhos, e que diante de nova denúncia é protegido por aliados vindos de todos os lados, interessados em manter em cargo estratégico alguém que facilita interesses escusos.
Que tipo de gente é essa que se empoleira no poder e lambuza com suas imoralidades as instituições do Brasil, num verdadeiro escárnio ao povo trabalhador e sofredor; o que dizer do Judiciário que é extremamente eficiente em condenar e colocar na cadeia pessoas humildes, mas tão leniente com criminosos contumazes (muitos deles políticos); o que dizer do Supremo Tribunal Federal (STF), tão eficiente em manter seus próprios privilégios e altos salários, mas cego diante de atos de poderosos que aviltam a Constituição Federal, recusando-se sistematicamente a condená-los. Como diz Arnaldo Jabor: “Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras percebidas. Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e nada rola. A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma situação inédita na História brasileira. Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no labirinto das oligarquias, claro que não esquecemos a supressão, a proibição da verdade durante a ditadura, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada”.
Estamos colhendo o que semeamos ou deixamos de semear. O desenvolvimento de um país e de seu povo exige atos sérios, ações duradouras e os frutos são colhidos muito mais tarde, às vezes em outra geração. Mas os políticos são míopes. Eles têm pressa, precisam dos resultados até as próximas eleições, pois estão de olho no próprio umbigo e interesses de seus financiadores de campanha. A eles interessam as estatísticas e os números, pois acreditam que com esses números convencerão os eleitores. Nessa lógica perversa, não importa a qualidade do ensino, mas quantos alunos estão nas escolas; não importa como o dinheiro será gasto e sim as obras e o valor financeiro anunciado; não importa também o custo para o país dos políticos e seus aliados, mas sim a importância de sua existência para a democracia. A verdade é que o bom povo brasileiro tem sido extremamente paciente com políticos ladrões e instituições que funcionam para defender interesses dos poderosos. Está mais que na hora. Muda Brasil.
Bjks
ESCREVER
Mesmo não tendo o monopólio da iluminação, quando escutamos cuidadosamente a nós mesmos, caímos em silêncio, abatidos pelo peso da descoberta: é complicado lidar com incertezas, mistérios, dúvidas, sobretudo para aqueles de nós que se baseiam estritamente na razão, na aparência dos fatos, na busca forçada por uma paz, semelhante à dos cemitérios. Talvez por isso, o poeta Charles Baudelaire tenha escrito: corremos para nos perder na multidão, por temor de não poder suportar-nos a nós mesmos.
Também por isso, a escrita se revela uma via de salvação. Escrever é evocar fantasmas, relembrar lugares, pessoas conhecidas, amores, amigos. Escrever é uma forma alternativa de conjurar nossos medos. A escrita possibilita tematizar a vida através de palavras e imagens, configurando uma forma de responder às frustrações e derrotas cotidianas.
Escrever é destrinchar a estrutura do real, esse mistério complexo, sutil, pleno de matizes desconcertantes. Escrever é uma forma de lidar com as perdas. É dar cor e voz aos impulsos paradoxais do desejo humano, que ultrapassa os limites do socialmente aceito e conveniente.
Escrever é afirmar Eros, a vida, e também seu contrário, Tânatos, a morte. Escrever é reafirmar a verve crítica e libertária, avessa a conformar-se aos interesses menores do lucro, do conforto, das conveniências.
Escrever é metamorfose. É triunfo da vontade, do desejo de ser mais, de criar e experimentar dimensões novas, de si e do outro. Não se escreve por acaso. Por um acaso vazio e sem sentido. Escreve-se por destino. Por uma necessidade intrínseca e profunda de mudança, renovação. Escreve-se para barrar a desfiguração crescente do homem, da natureza, característica da existência moderna, turbulenta, excessiva, veloz e caótica.
Escrever é acercar-se do inusitado, é combinar de modo insólito as palavras para penetrar sem rodeios na alma humana, despidos de quaisquer moralismos, sobretudo daqueles que nos foram introjetados na infância, para aceitar a arte, a beleza da arte, sem preconceitos.
Escrever é abandonar a contemplação medíocre da vida bem comportada,para transformar-se num arquiteto do absurdo, do impossível.
Daí a relutância em festejar a autoajuda ou a panfletagem, travestidas de literatura. Só a literatura é capaz de romper o cerco que aparta arte e vida, restituindo o sentido pleno às experiências vividas, aproximando-nos do fascínio da natureza, a ponto de desejarmos nela dissolver-nos (afinal, é esse nosso destino último), como diria Cesare Pavese (1908-1050): “Eis-me pedra, umidade, fumaça, sumo de fruta, vento...”
Escrever é selecionar palavras carregadas de destino. É evocar a longínqua infância, única idade verdadeiramente humana e autêntica, porque faz do amor o peso da existência, núcleo remoto de sentimentos, de fantasias, “cujos fogos só se iluminam bem sob o luto fechado da noite”, diria Baudelaire. Entretanto, a infância é apenas um instante vertiginoso que cintilou, brevemente, e se perdeu no tempo. Mas escrever é auscultar esse tempo perdido, é uma forma de lançar à existência um demorado olhar clínico, é a arte de contrapor-se, com coragem, a qualquer projeto de aniquilação, fruto da crueldade humana.
Escrever é domesticar o medo. Escrever é domesticar a morte.
Bjks
DEMOCRASIA
Os dicionários de Ciências Sociais costumam definir o termo democracia como “um sistema de organização social e estatal que se fundamenta na vontade popular livre, livremente manifestada e deliberada cuja ação tende ao bem comum e ao individual, dentro do âmbito que abrange a liberdade coletiva e individual”. Quando vista sob o ângulo de uma organização política, é “um sistema no qual os cidadãos, independentemente de castas e classes, exercem a autoridade, quer por si mesmos (democracia plebiscitária), quer por intermédio de delegados ou representantes do povo (democracia eletiva)”. No Brasil, como sabemos, temos a democracia eletiva em que periodicamente o povo é chamado a se pronunciar elegendo seus representantes. Assim democracia não consegue caminhar sem suas duas pernas, ou seja, o povo e seus representantes (os políticos).
Quando olhamos para o sistema político brasileiro, ainda que se insista em caracterizá-lo como um sistema democrático, fácil perceber que a instituição democracia foi desfigurada de tal forma que perdeu suas características essenciais.
O povo elege seus representantes sim em todos os níveis - municipal, estadual e federal. Parece que a função do povo termina aí, ainda que devesse fiscalizar seus representantes para que realmente defendessem os interesses dos seus eleitores. O problema é que os candidatos a representantes do povo, juntamente com os que já foram eleitos e estão em fim de mandato, se aliam à classe economicamente dominante e produzem uma inversão de forças, pois, para se elegerem ou reelegerem, assumem compromissos com os financiadores das campanhas e não com os eleitores. Uma vez empossados, lutam pelos interesses dos seus financiadores e exercem a função com tal desenvoltura e independência, como se não tivessem a obrigação de defender os interesses de quem os elegeu - o povo, nem de dar satisfação pelos atos praticados.
Políticos profissionais, sempre aliados ao poder econômico, se apossaram de todo o processo eleitoral, onde na teoria o poder emana do povo, mas na prática o povo serve apenas para legitimar os privilégios autoconcedidos nos escalões superiores. Os três poderes da República, ainda que muitas vezes busquem passar uma idéia de independência e lisura, apenas tentam confundir os eleitores, aproveitando-se da ingenuidade da maioria deles para perpetuar seus privilégios. Como diz Fabio Konder Comparato, há mais de um século temos uma República de interesses privados e uma democracia sem povo. Até quando nossos políticos vão governar com uma mistura de blablablá e muita propaganda para o consumo popular, enquanto nos bastidores e nos gabinetes fecham-se acordos privilegiando os poderosos às custas do dinheiro da viúva? As reformas tão necessárias para que os representantes do povo realmente os representem são proteladas à exaustão e qualquer alteração que beneficie os eleitores somente acontece com muita pressão popular.
Mesmo assim são reformas de fachada, para que tudo fique exatamente como está. As leis, assim como as regras eleitorais, são feitas sob medida para favorecer os representantes do povo e não o inverso como deveria ser.
Essa inversão perversa de poder assumida por nossos políticos tem deixado o Brasil há mais de um quarto de século num verdadeiro marasmo econômico e os brasileiros, em sua grande maioria, em um estado de desagregação econômica e social. Quase a metade do que o País produz é recolhido em impostos que vão para os cofres dos poderosos e as migalhas voltam para a população, sempre embaladas por muita propaganda. O Brasil merece gente melhor para representá-lo.
Bjks
COMPETÊNCIA & GESTÃO
Em breve estaremos escolhendo o novo Presidente da República Federativa do Brasil, o principal articulador político do país e pergunto, será que o Brasil está preparado para ter um novo presidente?
Ao observarmos o crescimento da economia brasileira nos últimos anos, percebemos um salto considerável na qualidade de vida de milhões de brasileiros, mas ainda somos carentes de uma gestão pública mais equilibrada, racional e eficiente. Existem vários órgãos do governo que são até competentes, mas em muitos deles ainda existe o excesso de burocracia, o desrespeito à vida humana, por falta de preparo ou vontade de técnicos ali alocados. Conheço muitos funcionários públicos excepcionais, pessoas de bem e que são comprometidos com o seu trabalho público que é servir a sociedade. Mas o que observo em boa parte do Brasil é ainda a falta de preparo profissional, a ingerência administrativa e em alguns casos o descaso.
O novo presidente terá um grande desafio pela frente ao analisarmos as promessas de campanha de cada candidato. Pelo que prometem será impossível realizar qualquer tipo de reforma fiscal que diminua a carga tributária brasileira, o que compromete em parte as exportações brasileiras, estas detentoras de grande potencial de emprego formal no Brasil. Existem probabilidades de aumento da dívida pública interna e externa.
Os pólos de desenvolvimento no país são distintos e com características diferenciadas, o que auxilia num projeto de criação estratégica de emprego e renda, porém, precisa seriedade neste trabalho. Desenvolver a Cultura promove o desenvolvimento dos municípios; incentivar o turismo, bem como agregar profissionalismo ao setor, pode gerar centenas de milhares de empregos; investir em projetos de energias sustentáveis, que prevaleça o controle do meio ambiente, frente ao absurdo que vemos hoje das queimadas no país, pode gerar não milhares, mas milhões de empregos sustentáveis; incrementar práticas na educação profissional em todo o país muda a realidade, aplicado principalmente as famílias que recebem bolsas auxílio do governo, como uma forma de ensinar a pescar, é de grande valia, para o crescimento sustentável e digno da sociedade brasileira.
Entre os gargalos da economia nacional, devemos citar a questão de infra-estrutura de transporte, que pesa no custo Brasil e influencia de forma direta nos preços dos produtos brasileiros, tanto no consumo interno como para o mercado exportador, tirando oportunidades reais de crescimento da economia brasileira. Investir neste seguimento é importantíssimo para a manutenção do crescimento econômico brasileiro, dentre eles é necessário um projeto macroeconômico de desenvolvimento sustentável de construção, manutenção e ampliação de: portos, aeroportos, ferrovias, metrôs, trens de superfície, transportes coletivos e rodovias. A privatização das rodovias é ainda a melhor forma de gestão das estradas brasileiras que em grande parte estão abandonadas, esburacadas e colocando em risco a vida de milhões de brasileiros, as exceções são as rodovias privatizadas e já revitalizadas, apesar do alto custo do pedágio, o nível de segurança no trajeto, bem como o sistema de apoio é eficiente. Enquanto não for criado um sistema
inteligente de gestão dos transportes a nível nacional, em um projeto macro de longo prazo que busque o desenvolvimento integrado, nós continuaremos a pagar caro pelo sistema logístico modal de transportes no país.
Outro problema grave no Brasil é o sistema de atendimento à saúde, considerada a maior preocupação do povo brasileiro. Além da melhoria de gestão, são necessários efetivos programas de melhoria de: treinamentos, qualificação, distribuição logística de medicamentos, adequação de atendimento de alta complexidade, logística de transporte de pacientes, melhoria do sistema de transplantes, diminuição no sistema de filas de consultas e exames, bem como aumento no número de unidades de atendimento em todo país. Faz-se necessário o incentivo de políticas públicas para área médica, tanto no desenvolvimento de pesquisas como na abertura de um maior número de vagas universitárias na área de saúde a nível nacional.
Melhoria no sistema de qualidade de ensino brasileiro; combate a corrupção e às drogas; investimentos em qualificação profissional do funcionário público; rombo da previdência social; melhoria das exportações; manutenção dos incentivos à habitação e a educação são outros destaques.
Em pleno mandato da Copa do Mundo, dívidas serão feitas, mas espero que as prioridades do novo presidente seja de fato a população do Brasil.
O Brasil é um país rico, uma verdadeira potência econômica, para crescer, necessita trilhar os caminhos da competência da gestão pública.
Bjks