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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
NOSSOS INIMIGOS ESTÃO NO PODER ... PARTIDÃO PARASITA (PMDB) VS FALANGE DOS VERMELHOS (PT)

A presidente "poste" precisa criar, com urgência, seu 38º ministério. Ultrapassamos todos os limites da paciência, da leniência e do bom senso. Não há mais a menor possibilidade de continuarmos como estamos. O poder executivo virou indústria de crimes, o poder legislativo é um bacanal federal – e agora usa nosso dinheiro até pra pagar noitadas em motel para deputados – e o poder judiciário, onde estão os maiores salários do país, comporta-se como um berçário de vagabundos e um cemitério de togados à toa. É urgente, é premente a criação do ministério de estado da vergonha na cara.
É uma vergonha – ou falta dela – perceber a capacidade que um mau político tem de desconstruir toda sua trajetória em questão de dias. Só na primeira semana do governo "poste", o ministro da defesa, Nelson Jobim, conseguiu arregimentar quase a totalidade dos cenários tétricos da política nacional. Ilustre representante do PMDB, o ministro humilhou e desdenhou da inteligência do povo, decidiu fazer puxassaquismo com dinheiro público e viu desvelada a iniquidade de sua gestão em uma denúncia da toda poderosa venus platinada. E imaginar que esse homem já foi presidente do Supremo Tribunal Federal. Fica claro que a Suprema Corte brasileira tornou-se um forno de elementos duvidosos.
Enquanto enfiava goela abaixo do brasileiro um suspeito convite para justificar as férias do ex-presidente "51" e sua família de recente diplomatas – bancadas com dinheiro público – em uma instalação do Exército no litoral paulista, o ministro Jobim autorizou a compra de artigos de luxo para equipar o Forte dos Andradas, cinco dias antes dos molluscos 51 da Silva desembarcarem nas praias privativas dos militares no Guarujá. Vamos colocar na ponta do lápis: quanto dos impostos que o povo brasileiro é obrigado a pagar irá consumir a pajelança do ex-presidente "51" e sua família mollusco? E mais: tratando-se de um convite especial e pessoal feito pelo ministro – que queria fazer uma média com o "51" para forçar sua permanência no governo "poste" – por que Nelson Jobim não paga essa fatura "mollusca 51" do próprio bolso, ao invés de usar dinheiro público? Onde está a vergonha na cara, minha gente?!
Para piorar um pouco mais, no último domingo, a toda poderosa venus platinada colocou no ar uma matéria que eu sempre estou comentando aqui,uma coisa devastadora para o ministro da defesa. O repórter Eduardo Faustini, entre o Natal e o Ano Novo, passou tranquilamente pela fiscalização dos principais aeroportos e embarcou em todos os aviões com uma réplica fiel de um fuzil AR-15, um quilo de açúcar num saco transparente para simular cocaína e R$ 100 mil em dinheiro cenográfico. Tudo dentro de uma mala. Ninguém, absolutamente ninguém – e isso é assustador – percebeu. Constatou-se, portanto, que os aeroportos brasileiros não oferecem qualquer segurança aos passageiros e ao país. Os terminais, a Infraero e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estão sob a batuta do excelentíssimo ministro Nelson Jobim. Fica a pergunta: isso é gestão da Defesa de quem? Dos interesses nababos da família Lula? Porque dos brasileiros certamente não é. Vergonha na cara, minha gente. Vergonha na cara.
E se alguém tinha alguma dúvida de qual era a porta de entrada do tráfico de armas e drogas no Brasil, não há mais o que questionar. Assim como comprovou a reportagem, qualquer pessoa pode entrar e sair dos aviões e dos aeroportos brasileiros com armas, drogas e grandes volumes de dinheiro sem o menor problema. Não há credibilidade, fiscalização, Polícia Federal ou qualquer outra autoridade capaz de perceber – quiçá impedir ou prender – um bandido transportando armas e drogas livremente entre os Estados da Federação ou prestes a sequestrar uma aeronave e colocar em prática um ataque terrorista. Vergonha na cara?! O que é isso?
É importante observar que deixar o país e os brasileiros à mercê da insegurança é uma estratégia capitaneada pelo partidão parasita(PMDB) com apoio da falange dos vermelhos (PT). É a tática da dona de casa que deseja um aparelho de jantar novo e começa, distraidamente, a deixar cair e quebrar a louça antiga. O partidão, tendo como porta-voz o governador Sérgio Cabral – correligionário do ministro Jobim e de quem recebeu aquela “ajuda” nas pseudoinvasões das favelas cariocas – quer a privatização dos aeroportos brasileiros. Mas como justificar as vendas se a presidente "poste" falou tão mal e utilizou as privatizações como bandeira de sua campanha eleitoral? Simples: abandona-se ao descaso e à insegurança, deixando-os apodrecer, e depois coloca-se em leilão por uma pechincha. O mesmo vem acontecendo com os Correios, sob gestão fisiológica, que nos últimos anos perdeu qualidade, credibilidade e virou antro de escândalos de corrupção. Privatizar os aeroportos e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos é uma prioridade do partidão parasita(PMDB) e da falange dos vermelhos(PT). Mas e a vergonha na cara, fica onde?!
Pelo visto, não há limites para a absoluta falta de vergonha na cara dos políticos brasileiros. Brincam com a vida e com o dinheiro do povo. Deixam-nos no inferno da insegurança e do descaso. Fazem sacanagens grotescas com os cidadãos. Esculhambam a honestidade de uma nação. Desdenham daquilo que nos é mais caro. E se bobear, nossas excrescências políticas vão abrir licitações para comprar a vergonha na cara superfaturada que não lhes é nata. Afinal, no Brasil, dinheiro público é fácil e é dinheiro de ninguém. Ou pior: apenas de alguns.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
NATUREZA EM FÚRIA OU DESCASO?

Venho falando há anos da irresponsabilidade, para dizer o mínimo, do poder público, no que diz respeito à ocupação de áreas de risco em nossas cidades. Tenho denunciado repetidas vezes o descaso de nossas “autoridades”, que autorizam a construção de moradias em lugares que jamais poderiam comportar benfeitorias.
Com mais uma grande tragédia, aqui no Rio de Janeiro, que tem suas encostas despencando com chuvas torrenciais, causando a morte de centenas de pessoas que moram naqueles locais de alto risco. Mais pessoas, em nível nacional, têm denunciado a má adminstração pública das áreas de risco, como geólogos, ambientalistas, ecologistas, etc.
Repórteres da televisão foram verificar como está a situação nos locais onde já aconteceram tragédias nos últimos anos, em nosso Estado , e o que foi constatado é que não só não se fez nada, como as construções em áreas perigosas continuam.
A verdade é que é crime o que vem acontecendo, pois o poder público de nossas cidades não faz nada para coibir a ocupação de áreas que não devem ser usadas para construir residência. E mais: como no caso daqui do Rio, o próprio poder público fez pior, depositando lixo na encosta do morro, por muito tempo, transformando a área em lixão e depois autorizando que as pessoas usassem a área para morar.
Então os administradores que permitiram as ocupações ilegais deveriam ser responsabilizados.
Esperemos que, pelo menos daqui para a frente, isso seja corrigido. E que a médio prazo, aqueles que já estão nas áreas de risco sejam realocados. Para que não aconteçam mais tragédias como as que está acontecendo aqui no Rio e como as que aconteceram em Sampa, Itajai, Blumenau e em outras cidades.
E, cá para nós, que os políticos não queiram colocar a culpa também na natureza. O que está acontecendo é apenas resultado do pouco caso e desrespeito do ser humano para com o seu meio ambiente e da incompetência em administrar.
A lista das humilhações e falta de respeito dos nossos governantes, a estas familias que moram em encostas, lixões, é tão grande que nem pensaria em tentar colocá-la aqui. Mas taí uma amostra da tragedia(o prefeito Eduardo Paes, proferiu que não deslocaria moradores que moram em encostas,que bastaria um help pelo celular,dizendo: "fogem galera que lá vem dona natureza em fúria"). Então prefeito, vc só não contava que mamãe natureza, não possui celular, não brinca de policia & ladrão, não e mulher de recados, ela sempre vai vir em busca do que pertence a ela de fato e de direito,e dane se o mundo!
Assisto os noticiários das enchentes em todo o Brasil e fico preocupada. Os repórteres comentam as tragédias como se fossem meros fenômenos climáticos contra que os seres humanos nada podem fazer. Dizem que choveu de modo excepcional, ao mesmo tempo em que mostram pessoas apontando até onde a última enchente subiu, na mesma altura da atual. São apenas 12 meses entre as tragédias. Será que não se aprende nada? A televisão enfoca os dramas particulares, das famílias que perderam tudo, dos pais que perderam os filhos, animais arrastados, morros desabando sobre as casas chiques. Ratificando a gravidade da situação: afetou até gente rica! Como se tudo fosse evento natural, inevitável. Os repórteres insinuam que é a mamãe natureza se vingando dos maus-tratos. É Gaia, o planeta vivo, que reage aos ataques humanos. É o aquecimento global. Pode até ser que seja. Mas certamente é apenas parte da história. O que a televisão não mostra é que tudo isso poderia ter sido evitado, ou minimizado drasticamente, se as pessoas e, principalmente, o poder público, tivessem feito a sua parte. Depois das várias e recorrentes enchentes, de Norte a Sul do país, já é tempo de mudar a forma de agir. As pessoas devem ser convencidas a abandonar as áreas de riscos não por celular, mais orientando que a casa onde reside, e uma "roleta russa" a qualquer momento, se os elementos se recusarem a sairem, ai sim entra o "choque de ordem", porque já se torna caso de policia. A Constituição de 1988 obrigou os municípios brasileiros a desenvolver planos diretores versando sobre a ocupação e uso do solo. Falta vontade política para implementá-los. Há preceitos universais que, se forem seguidos, reduzirão drasticamente das catástrofes. Por exemplo: não é permitido construir nas margens dos rios nem nas encostas. Não é possível cortar os morros de qualquer forma, com taludes inviáveis, pois nas primeiras chuvas virá tudo, literalmente, por água abaixo. Por que o poder público permite a construção de casas em lugares sabidamente invadidos por enchentes no passado? Onde estão as barragens de cabeceira dos rios que cortam as cidades? Temos barragens que, comprovadamente, seguram as águas, evitando enchentes. São barragens capazes de segurar milhões de metros cúbicos de água para depois liberá-las lentamente. Evitam enchentes, regularizam a vazão dos rios e ainda geram energia. Por que nada disso foi feito na bacia do Itajaí? Por que o curso dos rios não foram retificados, acelerando o fluxo das águas? Onde estão os muros de arrimo nas encostas e nos cortes das estradas? Onde estão as canalizações para dar vazão às águas, não nos dias normais, mas nas enchentes excepcionais? Até quando os políticos vão continuar a fazer média em época de eleições, prometendo regularizar invasões e ocupações em áreas de risco. Podem anotar: daqui a um ano, teremos esquecido essas tragédias. E tudo voltará ao normal. O rio será mais uma vez domado, acomodado em leito estreito. As barragens serão esquecidas no emaranhado das questões ambientais. E tudo ficará em paz, até que venha uma nova tragédia, dita “natural”, e os repórteres, sem memória, sairão de microfone em punho relatando tragédias e dramas humanos, sem saber que foram anunciados e que são totalmente evitáveis.
