quinta-feira, 30 de outubro de 2008

A OPORTUNIDADE ESTÁ LOUQUINHA POR VC



A oportunidade está louquinha por você



A maioria das pessoas, desde muito cedo, escuta fortes preleções sobre a importância dos estudos em suas vidas. Alguns pais chegam a exagerar, uma vez que, para forçá-los a seguir suas orientações, fazem associações absurdas e irracionais afirmando que se seus filhos não estudarem ficarão burros, ou serão pobres ou não conseguirão arrumar alguém interessante na vida. Essas falsas afirmações aos poucos se transformam em crenças e passarão a funcionar como verdade nos filhos.

Nasci no interior de minas gerais, mas fui criada na capital do Rio de janeiro, onde o meio de locomoção mais eficiente no bairro de santa teresa era o bondinho.Meus queridos pais e amados avós, eles sempre me disseram que eu devia estudar para "ser alguém na vida". Depois de crescida, quando passava com eles numa rodovia onde se via aqueles funcionários uniformizados com foices roçando o mato ao largo das margens, eles diziam: "está vendo! Eles quando pequenos não estudaram e olha que tipo de trabalho agora tem que fazer e, pior que isso, ganhando uma miséria!". Todo esse histórico foi desenvolvendo em mim a crença relacionando estudos com ganhar dinheiro e ter sucesso na área financeira. Isso me levou a estudar um pouco mais, o que foi ótimo.

Não deixa de ser verdadeiro que estudar abre portas no âmbito profissional e financeiro, mas relacionar os estudos ao sucesso profissional é um erro, como também não é saudável imaginar-se ausência certa de sucesso quando não se faz os cursos regulares que nos pregaram, ou seja, entrar na escola primária e galgar todos os degraus acadêmicos, de preferência até o doutoramento. Há poucos anos descobri que a associação que fiz e desenvolvi como crença de que estudar leva a ganhar dinheiro não era verdadeira e muito menos adaptativa, uma vez que meu sucesso financeiro não acompanhou meu desempenho acadêmico. Também percebi que muitas pessoas que não fizeram todos os degraus de estudos regulares que eu fiz conseguiram um sucesso profissional e financeiro invejável, refletindo-se numa qualidade de vida muito melhor que a que eu tenho com minha família.

A grande diferença entre o sucesso e o fracasso na área profissional e financeira não está no tipo de inteligência que cada um tem, mas no tipo e quantidade de informações que vai colocando na sua mente. A maioria das pessoas ainda não acordou, e eu acordei a pouco para a realidade de que um diploma de nível superior e mesmo um de doutor não é passaporte seguro para o sucesso profissional e financeiro, ainda que isso possa ter sido verdadeiro há algumas décadas atrás.

Esse tipo de informação que os cursos regulares das universidades nos fornecem, quase sempre nos leva a um sucesso financeiro no máximo sofrível. Em mais de anos de profissão, nunca conheci um psicólogo riquissimo. No entanto, conheci muitas pessoas que nem curso superior fizeram e que, partindo do zero financeiro, chegaram a patamares que permitem ser qualificados como ricos. Por muito tempo, acreditei que eram ladrões e desonestos. Depois percebi que eu era ignorante e buscava justificar minha situação desqualificando as pessoas de maior sucesso que eu. O que permite um grande sucesso financeiro não está ligado aos cursos regulares e sim ao tipo e quantidade de informações que se recebe. Todas as pessoas de sucesso financeiro colocaram em suas mentes informações adequadas e estudaram o sucesso e a ciência de ficar rico. Essas pessoas, com tais informações, adquiridas em treinamentos com pessoas altamente qualificadas, mudam seus paradigmas e conseguem criar oportunidades e enxergar as oportunidades existentes. A oportunidade que você mais busca na vida está louquinha atrás de você. Basta que você dê oportunidade a ela. O que você pretende fazer para parar de ficar se queixando da vida?

bjks da van

CRI$$$E:: AS NOVAS VITIMAS AQUI DA CRI$$$E DE LÁ



As novas vítimas aqui da crise de lá



Sempre e de alguma forma estudamos ou ouvimos falar da Grande depressão de 1929 nos EUA, que abalou a economia mundial e provocou, dentre outros tantos males, o surgimento e crescimento do nazismo na Alemanha e, conseqüentemente, a inevitabilidade da II Guerra Mundial.

Ninguém imaginava que vivenciaríamos algo parecido com a atual crise hipotecária americana e européia, que já contaminou meio-mundo e se escancara em território brasileiro.

Coincidência ou não, nos próximos meses o império em queda livre deve eleger seu próximo presidente, ou melhor dizendo, o síndico da massa falida, o tutor do espólio insolvente, o general que irá tentar uma saída um pouco menos desastrada e desonrosa do Iraque, da que tiveram que infringir nos anos 60 das selvas vietnamitas.

Sem querer ser pessimista, seja quem for o eleito o cenário será pior do que com o intragável Bush.

Com McCain, Palin & CIA, o desastre será mais radical, o jogo será mais bruto e seguramente o mundo será uma nave mais perigosa de se sobreviver.

Acredito que na sua sanha enlouquecida contra o terrorismo islâmico, o velho senador republicano não hesitará em lançar mão de armas nucleares, como já ameaça em campanha, contra Paquistão / Afeganistão, atrás do fantasma de Osama Bin Laden.

Já o Osama, digo, Obama, também se fechará em copas, embora acredite que sua política externa seja de uma retirada estratégica e mais suave da encrenca em que se meteram no Iraque.

No resto, só pensam mesmo é no protecionismo econômico e na América-para-os-americanos!

Psicológica e domesticamente já se notam os primeiros sinais da crise no comportamento e na saúde da nossa população.

Já se nota uma maior movimentação nos consultórios médicos, confirmando que as oscilações da bolsa têm reflexo não apenas no balanço das empresas, indicando a cada queda no i-Bovespa um aumento da mortalidade por enfarte.

O fenômeno funciona como uma virose alimentada pela incerteza, pelo pessimismo, pela insegurança e medo de perder bens, dinheiro ou o simples emprego.

Contamina quem tem e quem não tem dinheiro investido. É o efeito manada! E dá-lhe aumento de consumo de bebidas alcoólicas, cigarro e lexotan!

Com essas sobrecargas emocionais, a adrenalina aumenta até provocar taquicardia, e o hormônio cortisol acaba engrossando o sangue, debilitando o sistema imunológico e levando a depressão.

A dica é não abandonar as atividades físicas e de lazer, ou que sejam iniciadas o mais rápido possível, antes que o lobo mau da crise de lá faça mais uma chapeuzinho-verde-amarela de vítima daqui!

bjks da van

terça-feira, 28 de outubro de 2008

FALANDO SOBRE SEXO


OS GARANHÕES

As ainda tímidas procuras pelos homens de clínicas e consultórios médicos e psicólogos especializados confirmam uma trágica falência ao antigo mito do machão infalível, do tempestuoso e insaciável abatedor de lebres que durante o fim do século passado ainda iludia a fantasia erótica-social-tupiniquim.

Recentes pesquisas mostram que 35% dos jovens adultos brasileiros apresentam algum tipo de disfunção erétil, o que traduzido num português mais cotidiano significa que falham na hora H!.

É claro que doenças conhecidas como diabetes, hipertensão, colesterol nas alturas provocam falta de ereção, mas estes representam infelizmente uma parcela bem pequena deste levantamento recente entre homens de 18 a 40 anos.

As causas apontam sim para questões culturais e emocionais, questões mais subjetivas que propriamente fisiológicas...

A lista começa desde a iniciação inadequada, marcada por experiências negativas e perversas, além dos já conhecidos fatores de ansiedade e insegurança.

A novidade começa no reconhecimento da informação e acabam por redundar em problemas conhecidos (desemprego, baixa renda, pouco conhecimento) que deságuam no universo sexual, provocando um baixo desempenho.

É o fim da sexualidade masculina baseada apenas na brutalidade, virilidade e musculatura farta!

O problema recrudesce na medida em que as pessoas, devido à nossa cultura tropical machista, receiam dividir seus problemas até mesmo na privacidade de um consultório... Uns procuram se iludir na fantasia que o problema é passageiro, outros que não têm como se tratar e há ainda aqueles que culpam a parceira como o bode expiatório de todos os seus males...

Psicologicamente falando falhar de vez em quando não significa nenhuma anormalidade... O problema surge quando esta freqüência permanente e passa a ocorrer cada vez mais!

É preciso entender que após um dia-de-cão, que você esteja cansado, chateado ou deprimido é mais do que provável e normal a impotência sexual...

Querer ser super homem, exigir mais de si do que pode, ter de manter a fama de ser macho, pode custar muito caro aos candidatos a garanhões de plantão...

Já que a vida-la-de-fora está e vai continuar cada dia mais estressante e competitiva, que tal investir mais nos fatores indoor, mas relações com a parceira, no diálogo, nas brincadeiras, no beijo, no carinho mútuo, e especialmente na elevação de si mesmo como gente, ser humano, protegendo e elevando sua auto-estima?

Pode ter certeza, a “cama” vai adorar!!!

BJKS DA VAN

TEMAS::POLEMICOS



Drogas: vencendo barreiras e preconceitos - Tabagismo: o novo vilão



Apesar de toda a discussão que causou a declaração recente de nosso popularíssimo Presidente da República, de que todo mundo deve ter o direito de fumar, desde que não incomode os outros, isto em meio a grossas baforadas de um legítimo charuto cubano, creio que sua infeliz declaração possa ter trazido um pouco de humanização a este debate, verdadeira cruzada nacional e internacional contra o uso do tabaco.

Como psicóloga, educadora e mãe, sou profundamente partidária da abstinência ao cigarro por entender os males e doenças que provoca e especialmente por ser a possível porta-de-entrada para dependências de drogas mais potentes mais adiante.

Os números são realmente impressionantes: 200 mil pessoas morrem por ano no Brasil vítimas do cigarro. Por outro lado, pesquisas revelam que 80% dos atuais fumantes querem, mas não conseguem ficar livres do vício (apenas 3% conseguem a proeza!).

As pessoas ainda desinformadas atribuem a dependência da nicotina a uma simples questão de força-de-vontade e não procuram uma ajuda especializada para se livrarem do mal.

Aqui, gostaria de fazer um alerta especial para as minhas amigas mulheres, que conforme pesquisas têm mais dificuldades que os homens de abandonar o vício... Entre as razões, o medo-da-balança, a ansiedade típica feminina e o reconhecido stress provocado pelas múltiplas jornadas que somos obrigadas a dar conta para sobreviver, trabalhar, criar filhos e ainda ter-de-ficar-linda!.

Do ponto de vista comportamental, porém, não posso deixar de reconhecer a humanização que a fala do Lula acabou por provocar, bem no meio da contramão contagiante e majoritária da cruzada mortal contra o cigarro e aí é que mora o perigo contra os fumantes também.

Um clima de intolerância, perigosamente fascista parece se instalar contra os dependentes de tabaco (ao contrário do que ocorre com os usuários da cervejinha, ou do uísque social) como se fossem criminosos, leprosos, imorais, ou ETs, cidadãos altamente nocivos à saudável convivência cidadã.

O fumante (como qualquer outro tipo de dependente químico) é um ser humano como qualquer um de nós, que apresenta esta fragilidade e vulnerabilidade, que deve ser motivo de apoio e solidariedade de todos nós!!

BJKS DA VAN

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

AMOR

AMOR....FELICIDADE...CARINHO..COISAS BOAS.ESTÃO RESUMIDO EM UMA SÓ PALAVRA.AMOR...AMOR.


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GABRIEL O PENSADOR:: PATRIA QUE MIM PARIU

FIZEMOS A NOSSA PARTE...AGORA PREFEITO EDUARDO PAZ FAZ VALER APENA!



O voto não pode ser moeda de troco

Fizemos a nossa parte. No rio tivemos um segundo turno. E deveríamos chamar de o Dia do Cidadão. Um dia único, quando o rico e o pobre ficam no mesmo patamar. O voto dos dois tem o mesmo peso. Acredito até que o voto do pobre tem mais importância, porque faz parte da maioria e está na mão destes a decisão de fato de eleger o representante.

Apesar das distorções do processo do regime democrático, a escolha pelo voto ainda continua a ser a melhor opção. Recentemente, ouvi uma citação sobre eleição bem provocativa: “de que eleição é você votar em alguém que não foi escolhido por você”, quem escolhe de fato os candidatos são os diretórios dos partidos que são formados na sua maioria por grupos de pessoas que geralmente colocam os seus interesses acima da demanda da comunidade.

Tenho dúvida se a qualidade das nossas eleições está melhorando. Não sei avaliar. A maioria dos candidatos não deixa claro o seu sentimento em relação à coisa pública. A população na sua maioria está indiferente. Grande parte vai às urnas porque o voto é obrigatório, outra aberração: somos obrigados a exercer um direito.

Muitos votam sem entusiasmo. Parece-nos que não há consciência da importância do voto. O voto está relacionando diretamente a mudanças na qualidade de vida do país em todos os aspectos. Quando escolhemos o vereador, prefeito, deputado, governador, presidente da República, podemos dar um salto de qualidade nos serviços públicos. Esta é uma grande oportunidade de melhorar a saúde, segurança, educação, a cidade e o país.

Outro fato de que não podemos esquecer é que normalmente o prefeito que escolhemos hoje pode ser o governador na próxima eleição. Eles são os responsáveis por administrar a maior empresa do país, a máquina pública, de que cada cidadão é um acionista. Cada praça, cada prédio público, seja municipal, estadual ou federal pertence a todos habitantes do País, indiferentemente de sua condição econômica.

Votar, acredito, é a decisão mais importante de um cidadão. Por este motivo é necessário pensar, analisar e escolher o melhor. Esta é uma decisão solitária, única, pertence a cada um, temos que escolher bem, se não temos o ideal, façamos por eliminação, que é uma forma de melhorar no longo prazo o sistema político.

Temos, em minha opinião, que escolher e isso já acontece nas empresas. Candidatos que possuem características além das indispensáveis como honestidade, competência, serem inovadores, porque o atual modelo das cidades não atende mais às nossas necessidades. A prioridade hoje é para o cargo e não para o cidadão e o meio ambiente.

O barulho incomoda. O idoso não tem seu espaço, há falta de segurança, lazer, serviços e o trabalho fica longe da moradia.

Não podemos votar apenas por amizade, parentesco, para ganhar algo pessoal ou porque alguém está pedindo. Temos que valorizar muito o nosso voto. Ele não pode ser moeda de troco. Seu voto pode melhorar a qualidade de vida de nossa cidade.

bjks da van